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| Vice-presidente da Agert afirma que emissoras piratas podem acabar com o AM e FM |
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Vice-presidente da Associação Gaúcha de Emissoras de Rádio e TV (Agert) e diretor da rádio RCC FM, de Santana do Livramento (RS), Kamal Brada afirma que o fim das emissoras ilegais é essencial para o futuro do AM, FM e também das rádios comunitárias. "As rádios não-oficiais não contribuem com impostos, não auxiliam em nada, só atrapalham a frequência de quem faz tudo certo"..
Brada disse que a Polícia Federal, a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) e o Poder Executivo não podem aceitar a existência das emissoras ilegais, tendo rigor na fiscalização. O executivo comemorou o fato de em Santana do Livramento não ter nenhum veículo de comunicação pirata, mas admitiu sofrer com as mais de 20 emissoras ilegais em Rivera, no Uruguai, que faz divisa com a cidade gaúcha. "Isso é patifaria", reclamou.
“Combate às emissoras ilegais”
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Além da reclamação de Brada, o "combate às emissoras ilegais" será um dos temas debatidos na próxima edição do Congresso da Agert. O evento visa discutir e divulgar os procedimentos para impedir o funcionamento das chamadas rádios piratas.
O Congresso Agert 2011 também debaterá outros temas da comunicação, contando com a presença de representantes do Ministério das Comunicações. Essa, a 21ª edição do evento, será realizada em Porto Alegre (RS) a partir do próximo domingo (2/10) e será encerrada na terça-feira (4/10).
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Fonte: Comunique-se
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Vice-presidente da Associação Gaúcha de Emissoras de Rádio e TV (Agert) e diretor da rádio RCC FM, de Santana do Livramento (RS), Kamal Brada afirma que o fim das emissoras ilegais é essencial para o futuro do AM, FM e também das rádios comunitárias. "As rádios não-oficiais não contribuem com impostos, não auxiliam em nada, só atrapalham a frequência de quem faz tudo certo".